segunda-feira, 8 de junho de 2009

Turma Z - Equipe 11

A legalização não implica a redução total do nascimento dos filhos
das classes baixas e também o nascimento de crianças em lares
problemáticos.
Há, sim, uma redução na natalidade das classes menos
favorecidas, porém não sua “exterminação”. Deve-se levar em consideração
que os criminosos mais velhos deixam de ser “praticantes diretos” para
chefiar quadrilhas, tráfico de drogas, e também passam a ensinar, em muitos
casos a obrigar menores a praticar crimes, pois a lei não permite que os
menores infratores sejam encarcerados. Já o maior infrator é condenado de
acordo com o delito cometido.
Outro fator que merece a atenção da sociedade é que muitos
jovens de classe média e alta entram no mundo das drogas muito cedo. A
pessoa que possui o vício não mede forças, nem consequências para
conseguir a droga, indiferentemente de sua posição social, pois perde os
valores tradicionais da família.
Menos jovens concorrendo no mercado de trabalho implica
diminuição de crimes cometidos por homens mais velhos. Essa afirmação é
contraditória, pois o cidadão que entra na vida do crime tem dificuldade e
encontra muitas barreiras para a ressocialização.
Não podemos associar o aborto e o crime como uma prática exclusiva de
negros e pobres. Pois uma grande parte desses delitos são praticados por
brancos da classe média. Está mais que provado que existem clínicas
clandestinas que cobram caro por tal serviços , e quem pode pagar?
Deve ser levado em consideração o aquecimento da economia, empresários
investindo é sinônimo de geração de empregos que gera mais dinheiro no
mercado, que se fortalece com menos pessoas desempregadas. Este fator é
preponderante para a diminuição do crime sem violência .Não se pode
generalizar mas sempre que há uma crise econômica, cresce o número de
ocorrências dessa natureza, como o roubo de carros, de residências e furtos.
Mas o crime violento depende de outro tipo de ação.
A melhor ação para prevenir o início de qualquer crime é a Educação, a
Família e a Religião. Talvez não nessa ordem, mas em conjunto.
Nem sempre a “melhor economia” é sinônimo de melhores
condições de vida. Principalmente, se a economia foi aquecida em uma
determinada região de um país ou de um estado. Podemos fazer uma
comparação com o que aconteceu aqui no estado de São Paulo, na cidade
de Gavião Peixoto, que, antes da instalação da EMBRAER, tinha por volta de
5 mil habitantes.
O índice de criminalidade na cidade é tão pequeno ou quase nada
que havia apenas uma dupla de policiais militares. Hoje, com a instalação
dessa empresa a população local quase quintuplicou. Assim, mesmo com a
economia aquecida na cidade, atraiu a atenção de muitas pessoas de má-fé.
A criminalidade aumentou em virtude da cidade ter recebido pessoas de
poder aquisitivo alto. Nos E. U. A o fato da economia voltar a ser forte não
explica que o índice de criminalidade e aborto tenha diminuído.
Podemos afirmar que a diminuição dos crimes e a opção pelo
aborto estejam mais ligadas à elevação da cultura intelectual das pessoas do
que pelo aquecimento da economia, concorrência no mercado de trabalho,
etc.

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