segunda-feira, 8 de junho de 2009

Turma X - Grupo 1

No ano de 1973, foi promulgada a legalização do aborto nos EUA, em que, filhos que seriam “indesejáveis” por vários fatores, poderiam ser abortados legalmente.Esse fato, por sua vez, teve e ainda tem uma repercussão muito grande em termos globais, pois é algo que envolve a vida humana, e a decisão de conceber ou não uma vida.Iremos ver agora problemas ou não, relacionados à legalização do aborto.
O problema dos jovens cometerem mais crimes, não está relacionado fato do aborto.Hoje em dia com o apelo da sociedade consumista, os jovens acabam passando dos limites e entrando muitas vezes na criminalidade, muito mais cedo do que um jovem da década de 80.
As mulheres que procuram pelo aborto são na maioria pobres, sem uma estrutura familiar para educar uma criança.Se essa criança nascesse teria mais chances de se tornar um jovem criminoso, pois teria menos oportunidade do que um jovem rico em bem educado.Então, os jovens que não nasceram, por causa do aborto, teriam aumentado a taxa de crimes.
Se pegarmos dois grupos de homens mais velhos, os que nasceram antes da lei, e que em 1990 já eram adultos, e os que nasceram após a lei e que em 1990 eram jovens de 18 a 24 anos, percebemos que os grupo de homens adultos de 1990 tinham mais probabilidade ao crime, pois mesmo após a lei quando eles eram jovens, a concorrência no mercado de trabalho era grande, e uma vez já estando na vida do crime, mais difícil seria para eles abandonarem-na.
Os jovens de 18 a 24 anos, nascidos após a lei, tiveram uma educação e oportunidades melhores, além de uma vantagem ao completarem a maior idade em 1990, ou seja, tinha menor tendência ao crime.Então, ao comparar esses dois grupos, fica falso dizer que a criminalidade diminuiu primeiro entre os adultos de 1990.
A partir de 1973, com a lei em vigor nos EUA, a quantidade de jovens entre 18 e 24 anos foi a menor do nos últimos anos, assim, mais jovens foram empregados e menos jovens foram para o lado do crime.Também podemos afirmar, com base no livro Freakonomics, que a economia não tem nenhuma relação com a taxa de criminalidade, ou seja, não se pode comparar o aumento da economia com a diminuição da criminalidade.Podemos citar como exemplo, na década de 60 quando aa economia teve um crescimento grande e a mesma coisa aconteceu com a criminalidade.Para que a criminalidade possa diminuir com a melhora da economia, deve-se aa “crescente confiança nas prisões”, ou seja, melhorar o policiamento para que os policiais cumpram a lei, para isso eles precisam de mais incentivos ($) para combater o crime.
No que diz respeito às estatísticas pode-se dizer que elas nunca mentem, pois normalmente existem dados que comprovam os fatos.
Nos EUA, o aborto, segundo a legislação, dói aceito; as estatísticas mostram e comprovam, abordando dados indicativos de que com essa lei aprovada houve aa redução da criminalidade, porém isto pode ser verdadeiro ou não.No entanto, vale ressaltar que a criminalidade pode diminuir por se aumentar estratégias militares inovadoras, ou seja, o aumento da segurança ou não.Talvez, das duas maneiras citadas poderá contribuir para que os números de criminalidade diminuam.
Na realidade esta questão relacionada às estatísticas é realmente inconclusiva.
Podemos concluir que indiretamente, o aborto influência na criminalidade, pois faz o papel de controle de natalidade.Como há uma diminuição da população, aumenta a qualidade de vida desta, com mais oportunidades de trabalho, educação, etc; mas será que matando nossos filhos indesejáveis é a melhor solução para resolver todos os nossos problemas?Ainda somos seres humanos?Ou apenas seres? .O problema não esta fora de nós, ele está realmente por dentro, por dentro do nosso egoísmo capitalista e moral.

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