segunda-feira, 8 de junho de 2009

Turma Z - Equipe 13

A relação entre criminalidade e aborto sempre andaram juntas,bebês que são abortados porque viriam ao mundo em condições desconfortáveis de vida e provavelmente quando chegassem na transição da vida adulta se tornariam criminos.
Steve Sailer argumenta dizendo que os números de assasinatos em 1993 aumentou 3,6 vezes em relação a 1984, se as próprias estatísticas mostram que a geração que tinha entre 17 e 24 anos em 1993 foi a geração em que os “futuros criminosos” não nasceram e o aborto foi legalizado .
Os homens mais velhos muitas vezes largam o crime apenas por não quererem que sua família em perigo ou mesmo o medo de serem presos, portanto podemos concluir que o crime não está relacionado diretamente com o aumento de emprego entre os mais velhos, mais e os de baixa renda.É possível que sejam relacionados a crimes violentos roubo,homicídio e furtos.
Essa idéia é absurda, pois podemos crer que os crimes na sua maioria são relacionados às drogas e a problemas psicológicos
Os pequenos delitos,furtos e assaltos são feitos por usuários de meta-anfetaminas que os cometem para comprar drogas e esse tipo de pessoa não depende da economia do país e nem da quantidade de emprego.
Quanto aos homicídios, estes são na sua maioria causados por discussões, brigas e de forma planejada esses são cometidos por pessoas de situação financeira estável e de alto poder aquisitivo, geralmente.
Portanto, conclui-se que o número de empregos e a economia do pais pouco influenciam para a queda dos crimes.
Como acreditar nas fontes quês nos trazem informações, geralmente acreditamos nas mais bem conceituadas, Levitt e Dubner dizem que os mais velhos são os mais dispostos ao crime, eles pegaram essas informações aonde? Como são os mais dispostos se eles tem mais tempo de vida e de experiência para conseguir melhores empregos.

Turma Z - Equipe 5

Com o ápice da criminalidade nos Estados Unidos no século XX, os governantes tentaram muitas medidas profiláticas para diminuir essa taxa que chegaram a um ponto alarmante no país inteiro. Com a chegada do crack, ocorreram muitas brigas de gangue e conflitos internos ocasionando em muitos assassinatos, atraindo muitos jovens para a vida do crime em busca de dinheiro fácil, e somente após isso ter ocorrido o governo tomou várias medidas para diminuir esse tipo de delito. Como citado na obra, à diminuição da participação dos jovens no tráfico ocorreu porque os grandes chefões começaram a ser presos amedrontando os jovens a entrar na vida do crime.
Com base na obra, 1% de pessoas empregadas, significa uma queda de 1% da criminalidade, e com esses dados, podemos afirmar que o crime não caiu somente pelo fato de homens velhos estarem trabalhando -(pois eles nada fizeram para diminuir o índice de criminalidade)-, mas um conjunto de medidas que foram tomadas para que isso ocorresse, como por exemplo: as leis ficaram mais rígidas, houve o aumento de policiamento, o aborto, entre outros, tudo isso contribuiu para que a criminalidade diminuísse como um todo.
No início dos anos 90, a economia dos E.U.A. realmente sofreu uma grande melhoria, porém não teve uma influência tão grande nos índices de criminalidade, baseado no trecho citado acima. Muitos se perguntam o porquê disto não ter ocorrido, a resposta é bem simples e óbvia: os empregos podem realmente ter aumentado, porém onde fica grande parte da economia do país é nas mãos dos empresários e não dos trabalhadores, ou das próprias pessoas que estavam cometendo esses delitos, isto nos aponta uma grande falha, afinal a economia pode ter realmente aumentado, mas o impacto deste aumento para as pessoas de classe baixa não tenha ocorrido de forma que contribuísse para uma queda relativa na criminalidade.
Sobre todas essas variáveis, a solução ideal para explicar um fato ocorrido na história do país sobre a criminalidade, é o levantamento de dados e a explicação lógica entre o fato e as hipóteses que poderiam ir contra. O levantamento das informações com fundamentos e com relações ao fato é vasto, sendo assim, pode ser possível deixar de lado dados importantes ou até os dados principais, e mesmo com todas as possíveis informações não deixar de lado outras que possam aparecer.
Pelo exposto acima, podemos afirmar que um fato bem argumentado e estruturado é a solução para obter a sua opinião sobre o mesmo. De qualquer modo, as estatísticas são conclusivas.

Turma Z - Equipe 11

A legalização não implica a redução total do nascimento dos filhos
das classes baixas e também o nascimento de crianças em lares
problemáticos.
Há, sim, uma redução na natalidade das classes menos
favorecidas, porém não sua “exterminação”. Deve-se levar em consideração
que os criminosos mais velhos deixam de ser “praticantes diretos” para
chefiar quadrilhas, tráfico de drogas, e também passam a ensinar, em muitos
casos a obrigar menores a praticar crimes, pois a lei não permite que os
menores infratores sejam encarcerados. Já o maior infrator é condenado de
acordo com o delito cometido.
Outro fator que merece a atenção da sociedade é que muitos
jovens de classe média e alta entram no mundo das drogas muito cedo. A
pessoa que possui o vício não mede forças, nem consequências para
conseguir a droga, indiferentemente de sua posição social, pois perde os
valores tradicionais da família.
Menos jovens concorrendo no mercado de trabalho implica
diminuição de crimes cometidos por homens mais velhos. Essa afirmação é
contraditória, pois o cidadão que entra na vida do crime tem dificuldade e
encontra muitas barreiras para a ressocialização.
Não podemos associar o aborto e o crime como uma prática exclusiva de
negros e pobres. Pois uma grande parte desses delitos são praticados por
brancos da classe média. Está mais que provado que existem clínicas
clandestinas que cobram caro por tal serviços , e quem pode pagar?
Deve ser levado em consideração o aquecimento da economia, empresários
investindo é sinônimo de geração de empregos que gera mais dinheiro no
mercado, que se fortalece com menos pessoas desempregadas. Este fator é
preponderante para a diminuição do crime sem violência .Não se pode
generalizar mas sempre que há uma crise econômica, cresce o número de
ocorrências dessa natureza, como o roubo de carros, de residências e furtos.
Mas o crime violento depende de outro tipo de ação.
A melhor ação para prevenir o início de qualquer crime é a Educação, a
Família e a Religião. Talvez não nessa ordem, mas em conjunto.
Nem sempre a “melhor economia” é sinônimo de melhores
condições de vida. Principalmente, se a economia foi aquecida em uma
determinada região de um país ou de um estado. Podemos fazer uma
comparação com o que aconteceu aqui no estado de São Paulo, na cidade
de Gavião Peixoto, que, antes da instalação da EMBRAER, tinha por volta de
5 mil habitantes.
O índice de criminalidade na cidade é tão pequeno ou quase nada
que havia apenas uma dupla de policiais militares. Hoje, com a instalação
dessa empresa a população local quase quintuplicou. Assim, mesmo com a
economia aquecida na cidade, atraiu a atenção de muitas pessoas de má-fé.
A criminalidade aumentou em virtude da cidade ter recebido pessoas de
poder aquisitivo alto. Nos E. U. A o fato da economia voltar a ser forte não
explica que o índice de criminalidade e aborto tenha diminuído.
Podemos afirmar que a diminuição dos crimes e a opção pelo
aborto estejam mais ligadas à elevação da cultura intelectual das pessoas do
que pelo aquecimento da economia, concorrência no mercado de trabalho,
etc.

Turma Z - Equipe 8

Quando tratamos de um assunto delicado e importante como a legalização do aborto, é pertinente o debate, surgindo idéias a favor e contra. O livro Freakonomics nos trás esse assunto, tomando como base o fato de que onde o aborto é legal o número de criminosos e de crimes é menor. Mas será que essa relação entre a redução no número de jovens pobres, e consequentemente a diminuição de crimes é verdadeira?
Podemos dizer que o argumento citado sobre os criminosos mais velhos e o aumento da criminalidade gerada pelos jovens são falhos em alguns pontos. A maior parte da população pertence a uma classe menos favorecida, e isso faz com que essas pessoas convivam com o crime no seu cotidiano, sendo que isso pode influenciar nas atitudes de alguns jovens, mas não podemos generalizar e achar que todas as crianças que nascem nessa parte da população se tornaram criminosas. Podemos citar também os jovens da classe média e alta, sendo influenciados pelos amigos a cometerem delitos, como tráfico de drogas e até mesmo o consumo, aumentando a taxa de criminalidade para os jovens.
O autor diz que com o aborto o número de jovens diminuiria e a concorrência em vagas de emprego também. Primeiramente mesmo que a concorrência diminua e o número de homens mais velhos trabalhando seja maior, a taxa de redução na criminalidade será baixa, pois os delitos em sua maioria são causados por homens entre 18 e 24 anos. Em segundo lugar o argumento diz que, mesmo com a legalização do aborto, a taxa de criminalidade continuou aumentando. Ainda que em pequena porcentagem, é um aumento significativo, e o jovem criminoso de hoje, é o homem mais velho de amanhã, e levando-se em conta que os jovens que ocuparão o lugar destes, serão criminosos também, e assim por diante, dali algum tempo teremos jovens e pessoas mais velhas cometendo crimes, o que aumentaria ainda mais a taxa criminal nas cidades.
Enfim, a estatística baseada em estudos sobre o tema discutido não demonstra a realidade, pois inúmeros fatores podem contribuir para a diminuição da criminalidade. Poderíamos dizer que a relação entre aborto e a redução de crimes é verdadeira somente se a classe menos favorecida fosse responsável, única e exclusivamente por todas as ações criminosas. Sabemos que não é, pois a criminalidade também cresce nas classes mais altas da sociedade, com requinte de crueldade que nos deixa cada vez mais abismados. Não é a legalização do aborto que irá tornar o mundo mais justo, pois uma criança não nasce criminosa. É necessário que a sociedade possa oferecer a ela condições de vida digna, para que seja conhecedora de seus direitos e deveres.

Turma Z Equipe 6

As Estatísticas Enganam

Um dado blog argumentou sobre a obra Freakonomics, mais especificamente sobre o capitulo quatro onde é abordada a relação entre a legalização do aborto e a queda da criminalidade nos Estados Unidos. Ele trata esse capitulo como o ponto fraco dos estudos de Levitt e Dubner, dizendo que é controverso e apresentando, segundo o blog, bons argumentos para isso. Argumento esses falhos na nossa visão, pois não comprovam nenhuma falha nas teses firmadas na obra.

Observando que Levitt e Dubner apontam estatisticamente que os jovens entre 18 e 24 anos estão mais ligados ao crime. O autor do blog defende seu ponto de vista colocando em evidência dados do jornalista Steve Sailer, apontando que os jovens na faixa etária de 14 a 17 anos, em 1993 cometeram 3,6 vezes mais crime que a mesma faixa de idade em 1984. Mas tendo em vista a legalização do aborto, essa trupe é bem menor em 1993 do que era em 1984. Desse modo, quando essa turma estiver na faixa de 18 a 24 anos, que é o ápice do crime, mesmo o índice de crime sendo maior (3,6 vezes mais) de que em 1984, a quantidade de jovens com essa idade no crime é menor.

Tendo em vista as estatísticas que Levitt e Dubner apontam, que os homens entre 18 e 24 anos são os mais dispostos ao crime, podemos dizer que o argumento citado no blog, de que os homens mais velhos encontraram emprego e não sentiram atentados ao crime, é falho pelo fato deles já estarem fora da faixa etária dos indivíduos que teriam indícios a criminalidade. Com a legalização do aborto, a parcela de jovens que estariam no mundo do crime não nasceu, chegando a faixa etária considerada mais criminosa. Portanto, a tese do blog não é suficiente para explicar a queda da criminalidade e nem para atacar os argumentos de Levitt e Dubner.

Segundo o texto, a queda da criminalidade teve um ápice relevante em 1992. Porém essa queda não se deu da noite para o dia, sendo que mesmo pouco, a criminalidade já caía antes dessa data. O blog cita que a parceria entre Bill Clinton, Robert Rubin e Alan Greenspan apenas começou em 1993. Isso implica que o resultado na economia não foi instantâneo, e mesmo que fosse, já havia se passado um ano (entre 1992 e 1993) em que a criminalidade já vinha caindo. Portanto, essa parceria pode, sim, ter contribuído pouca mais tarde para a queda da criminalidade, mas não foi um fator predominante.

O problema das estatísticas serem condicionantes deve se ao fato de que sendo estatísticas elas são verdades, porém nem sempre apontam para o mesmo alvo. Levitt e Dubner argumentando que a faixa etária mais criminosa está entre 18 e 24 anos e que a queda da criminalidade ocorreu em 1992, 18 anos após a legalização do aborto, em nenhum momento têm suas teses atacadas diretamente por algum argumento do blog.

Turma Z
Pedro Paulino Filho
William Rosa
Wellington Roberto Tavares

Turma Z - Equipe 10

Melhor economia faz com que haja mais oportunidade de emprego, ocorrendo uma queda nos crimes relacionados às condições de vida (situação financeira).
A grande dificuldade de ingressar no primeiro emprego, vem acarretando num grande aumento de crimes realizados por jovens e adolescentes. Por falta de apoio financeiro e familiar, sem contar a grande facilidade de arrumar dinheiro, muitos deles acabam entrando no mundo do crime.
Crescendo assim suas chances de partir para uma vida criminosa.
Mas devemos lembrar que existem vários outros tipos de crime que não estão diretamente ligados a isso.
Diversos fatores contribuem para uma pessoa torna-se “criminosa”.
Podemos citar o caso da gravidez indesejável, onde geralmente a mãe não proporciona um lar propicio (adequado) à criança, pelo simples fato de não ter a desejado.
Diante dessas circunstâncias, o indivíduo que vive em um ambiente familiar sem amor e sem instrução, tem mais probabilidade de entrar na criminalidade. Impulsionados por fatores psicológicos, essas pessoas cometem crimes violentos como: homicídios, agressões, entre outros.

Turma Z - Equipe 3

ONDE FORA PARAR OS CRIMINOSOS?
Os anos 90 vieram acompanhados de um crescimento econômico muito satisfatório, trazendo uma queda no desemprego e na criminalidade, acredita que a diminuição de crimes seja devido os velhos criminosos abanarem essa vida.
Sabemos que com a idade avançada os idosos tornam se mais lentos, a probabilidade de um idoso de idade média ser preso é de 1 / 50 comparado a um adolescente de idade média.
Dados mostram que os idosos nada fizeram para reduzir a criminalidade, mesmo assim o real crescimento deu entre os mais velhos, contradizendo o que o autor disse sobre esses homens mais velhos.
Na década de 90 foi decisivo também a questão do aborto, devido a sua legalização, foi um fator que contribuiu para a queda de criminalidade nos anos 90, e não foi nesta época que aconteceu o fator principal o acontecimento se dera a 20 anos antes como protagonista uma jovem de Dallas Norma Mc Corvey.
Em relação ao aborto nos anos 90, sendo um procedimento perigoso e caro aos pobres, resultava em mais filhos. Filhos rejeitados e indesejados levam a altos índices a criminalidade.
Melhor economia, mais empregos, menos crimes são dados comprovados estatisticamente, mas não acabam com os crimes, devidos aumento de uso de drogas e bebidas alcoólicas. Os crimes estão relacionados não por falta de empregos, mas sim pela forma de criação do caráter do individuo.
Estudos comprovam que os pais são os maiores culpados, devido à falta de estrutura e estudo. O que faz com que as crianças cresçam revoltadas pelo tipo de vida que leva, encaminhando os para algum crime.
Vimos que estatísticas demonstradas pelo autor sempre são verdadeiras, isso ele menciona em vários pontos da argumentação. O aborto não foi responsável pela diminuição da criminalidade na década de 90, ele relembra do caso de vinte anos antes com a luta pelo aborto, que foi legalizado na época de noventa e houve o aquecimento da economia que contribuiu muito para o crescimento do emprego, logicamente com mais empregos dignos a criminalidade tende a diminuir.
Por isso é seguro afirmar que a resposta mais honesta é dizer que as pesquisas estão sempre corretas, dependendo do ponto de vista. Se verificarmos com o aumento da economia haverá mais empregos e, portanto menos homicídio e mais crimes políticos.








TURMA 1º Z

RENATO FERNANDES BARROS
ROBERTO FERNANDES BARROS
RICARDO CESAR TONIOLO
WILLYAN DE ALMEIDA