segunda-feira, 8 de junho de 2009

Turma Z - Equipe 13

A relação entre criminalidade e aborto sempre andaram juntas,bebês que são abortados porque viriam ao mundo em condições desconfortáveis de vida e provavelmente quando chegassem na transição da vida adulta se tornariam criminos.
Steve Sailer argumenta dizendo que os números de assasinatos em 1993 aumentou 3,6 vezes em relação a 1984, se as próprias estatísticas mostram que a geração que tinha entre 17 e 24 anos em 1993 foi a geração em que os “futuros criminosos” não nasceram e o aborto foi legalizado .
Os homens mais velhos muitas vezes largam o crime apenas por não quererem que sua família em perigo ou mesmo o medo de serem presos, portanto podemos concluir que o crime não está relacionado diretamente com o aumento de emprego entre os mais velhos, mais e os de baixa renda.É possível que sejam relacionados a crimes violentos roubo,homicídio e furtos.
Essa idéia é absurda, pois podemos crer que os crimes na sua maioria são relacionados às drogas e a problemas psicológicos
Os pequenos delitos,furtos e assaltos são feitos por usuários de meta-anfetaminas que os cometem para comprar drogas e esse tipo de pessoa não depende da economia do país e nem da quantidade de emprego.
Quanto aos homicídios, estes são na sua maioria causados por discussões, brigas e de forma planejada esses são cometidos por pessoas de situação financeira estável e de alto poder aquisitivo, geralmente.
Portanto, conclui-se que o número de empregos e a economia do pais pouco influenciam para a queda dos crimes.
Como acreditar nas fontes quês nos trazem informações, geralmente acreditamos nas mais bem conceituadas, Levitt e Dubner dizem que os mais velhos são os mais dispostos ao crime, eles pegaram essas informações aonde? Como são os mais dispostos se eles tem mais tempo de vida e de experiência para conseguir melhores empregos.

Turma Z - Equipe 5

Com o ápice da criminalidade nos Estados Unidos no século XX, os governantes tentaram muitas medidas profiláticas para diminuir essa taxa que chegaram a um ponto alarmante no país inteiro. Com a chegada do crack, ocorreram muitas brigas de gangue e conflitos internos ocasionando em muitos assassinatos, atraindo muitos jovens para a vida do crime em busca de dinheiro fácil, e somente após isso ter ocorrido o governo tomou várias medidas para diminuir esse tipo de delito. Como citado na obra, à diminuição da participação dos jovens no tráfico ocorreu porque os grandes chefões começaram a ser presos amedrontando os jovens a entrar na vida do crime.
Com base na obra, 1% de pessoas empregadas, significa uma queda de 1% da criminalidade, e com esses dados, podemos afirmar que o crime não caiu somente pelo fato de homens velhos estarem trabalhando -(pois eles nada fizeram para diminuir o índice de criminalidade)-, mas um conjunto de medidas que foram tomadas para que isso ocorresse, como por exemplo: as leis ficaram mais rígidas, houve o aumento de policiamento, o aborto, entre outros, tudo isso contribuiu para que a criminalidade diminuísse como um todo.
No início dos anos 90, a economia dos E.U.A. realmente sofreu uma grande melhoria, porém não teve uma influência tão grande nos índices de criminalidade, baseado no trecho citado acima. Muitos se perguntam o porquê disto não ter ocorrido, a resposta é bem simples e óbvia: os empregos podem realmente ter aumentado, porém onde fica grande parte da economia do país é nas mãos dos empresários e não dos trabalhadores, ou das próprias pessoas que estavam cometendo esses delitos, isto nos aponta uma grande falha, afinal a economia pode ter realmente aumentado, mas o impacto deste aumento para as pessoas de classe baixa não tenha ocorrido de forma que contribuísse para uma queda relativa na criminalidade.
Sobre todas essas variáveis, a solução ideal para explicar um fato ocorrido na história do país sobre a criminalidade, é o levantamento de dados e a explicação lógica entre o fato e as hipóteses que poderiam ir contra. O levantamento das informações com fundamentos e com relações ao fato é vasto, sendo assim, pode ser possível deixar de lado dados importantes ou até os dados principais, e mesmo com todas as possíveis informações não deixar de lado outras que possam aparecer.
Pelo exposto acima, podemos afirmar que um fato bem argumentado e estruturado é a solução para obter a sua opinião sobre o mesmo. De qualquer modo, as estatísticas são conclusivas.

Turma Z - Equipe 11

A legalização não implica a redução total do nascimento dos filhos
das classes baixas e também o nascimento de crianças em lares
problemáticos.
Há, sim, uma redução na natalidade das classes menos
favorecidas, porém não sua “exterminação”. Deve-se levar em consideração
que os criminosos mais velhos deixam de ser “praticantes diretos” para
chefiar quadrilhas, tráfico de drogas, e também passam a ensinar, em muitos
casos a obrigar menores a praticar crimes, pois a lei não permite que os
menores infratores sejam encarcerados. Já o maior infrator é condenado de
acordo com o delito cometido.
Outro fator que merece a atenção da sociedade é que muitos
jovens de classe média e alta entram no mundo das drogas muito cedo. A
pessoa que possui o vício não mede forças, nem consequências para
conseguir a droga, indiferentemente de sua posição social, pois perde os
valores tradicionais da família.
Menos jovens concorrendo no mercado de trabalho implica
diminuição de crimes cometidos por homens mais velhos. Essa afirmação é
contraditória, pois o cidadão que entra na vida do crime tem dificuldade e
encontra muitas barreiras para a ressocialização.
Não podemos associar o aborto e o crime como uma prática exclusiva de
negros e pobres. Pois uma grande parte desses delitos são praticados por
brancos da classe média. Está mais que provado que existem clínicas
clandestinas que cobram caro por tal serviços , e quem pode pagar?
Deve ser levado em consideração o aquecimento da economia, empresários
investindo é sinônimo de geração de empregos que gera mais dinheiro no
mercado, que se fortalece com menos pessoas desempregadas. Este fator é
preponderante para a diminuição do crime sem violência .Não se pode
generalizar mas sempre que há uma crise econômica, cresce o número de
ocorrências dessa natureza, como o roubo de carros, de residências e furtos.
Mas o crime violento depende de outro tipo de ação.
A melhor ação para prevenir o início de qualquer crime é a Educação, a
Família e a Religião. Talvez não nessa ordem, mas em conjunto.
Nem sempre a “melhor economia” é sinônimo de melhores
condições de vida. Principalmente, se a economia foi aquecida em uma
determinada região de um país ou de um estado. Podemos fazer uma
comparação com o que aconteceu aqui no estado de São Paulo, na cidade
de Gavião Peixoto, que, antes da instalação da EMBRAER, tinha por volta de
5 mil habitantes.
O índice de criminalidade na cidade é tão pequeno ou quase nada
que havia apenas uma dupla de policiais militares. Hoje, com a instalação
dessa empresa a população local quase quintuplicou. Assim, mesmo com a
economia aquecida na cidade, atraiu a atenção de muitas pessoas de má-fé.
A criminalidade aumentou em virtude da cidade ter recebido pessoas de
poder aquisitivo alto. Nos E. U. A o fato da economia voltar a ser forte não
explica que o índice de criminalidade e aborto tenha diminuído.
Podemos afirmar que a diminuição dos crimes e a opção pelo
aborto estejam mais ligadas à elevação da cultura intelectual das pessoas do
que pelo aquecimento da economia, concorrência no mercado de trabalho,
etc.

Turma Z - Equipe 8

Quando tratamos de um assunto delicado e importante como a legalização do aborto, é pertinente o debate, surgindo idéias a favor e contra. O livro Freakonomics nos trás esse assunto, tomando como base o fato de que onde o aborto é legal o número de criminosos e de crimes é menor. Mas será que essa relação entre a redução no número de jovens pobres, e consequentemente a diminuição de crimes é verdadeira?
Podemos dizer que o argumento citado sobre os criminosos mais velhos e o aumento da criminalidade gerada pelos jovens são falhos em alguns pontos. A maior parte da população pertence a uma classe menos favorecida, e isso faz com que essas pessoas convivam com o crime no seu cotidiano, sendo que isso pode influenciar nas atitudes de alguns jovens, mas não podemos generalizar e achar que todas as crianças que nascem nessa parte da população se tornaram criminosas. Podemos citar também os jovens da classe média e alta, sendo influenciados pelos amigos a cometerem delitos, como tráfico de drogas e até mesmo o consumo, aumentando a taxa de criminalidade para os jovens.
O autor diz que com o aborto o número de jovens diminuiria e a concorrência em vagas de emprego também. Primeiramente mesmo que a concorrência diminua e o número de homens mais velhos trabalhando seja maior, a taxa de redução na criminalidade será baixa, pois os delitos em sua maioria são causados por homens entre 18 e 24 anos. Em segundo lugar o argumento diz que, mesmo com a legalização do aborto, a taxa de criminalidade continuou aumentando. Ainda que em pequena porcentagem, é um aumento significativo, e o jovem criminoso de hoje, é o homem mais velho de amanhã, e levando-se em conta que os jovens que ocuparão o lugar destes, serão criminosos também, e assim por diante, dali algum tempo teremos jovens e pessoas mais velhas cometendo crimes, o que aumentaria ainda mais a taxa criminal nas cidades.
Enfim, a estatística baseada em estudos sobre o tema discutido não demonstra a realidade, pois inúmeros fatores podem contribuir para a diminuição da criminalidade. Poderíamos dizer que a relação entre aborto e a redução de crimes é verdadeira somente se a classe menos favorecida fosse responsável, única e exclusivamente por todas as ações criminosas. Sabemos que não é, pois a criminalidade também cresce nas classes mais altas da sociedade, com requinte de crueldade que nos deixa cada vez mais abismados. Não é a legalização do aborto que irá tornar o mundo mais justo, pois uma criança não nasce criminosa. É necessário que a sociedade possa oferecer a ela condições de vida digna, para que seja conhecedora de seus direitos e deveres.

Turma Z Equipe 6

As Estatísticas Enganam

Um dado blog argumentou sobre a obra Freakonomics, mais especificamente sobre o capitulo quatro onde é abordada a relação entre a legalização do aborto e a queda da criminalidade nos Estados Unidos. Ele trata esse capitulo como o ponto fraco dos estudos de Levitt e Dubner, dizendo que é controverso e apresentando, segundo o blog, bons argumentos para isso. Argumento esses falhos na nossa visão, pois não comprovam nenhuma falha nas teses firmadas na obra.

Observando que Levitt e Dubner apontam estatisticamente que os jovens entre 18 e 24 anos estão mais ligados ao crime. O autor do blog defende seu ponto de vista colocando em evidência dados do jornalista Steve Sailer, apontando que os jovens na faixa etária de 14 a 17 anos, em 1993 cometeram 3,6 vezes mais crime que a mesma faixa de idade em 1984. Mas tendo em vista a legalização do aborto, essa trupe é bem menor em 1993 do que era em 1984. Desse modo, quando essa turma estiver na faixa de 18 a 24 anos, que é o ápice do crime, mesmo o índice de crime sendo maior (3,6 vezes mais) de que em 1984, a quantidade de jovens com essa idade no crime é menor.

Tendo em vista as estatísticas que Levitt e Dubner apontam, que os homens entre 18 e 24 anos são os mais dispostos ao crime, podemos dizer que o argumento citado no blog, de que os homens mais velhos encontraram emprego e não sentiram atentados ao crime, é falho pelo fato deles já estarem fora da faixa etária dos indivíduos que teriam indícios a criminalidade. Com a legalização do aborto, a parcela de jovens que estariam no mundo do crime não nasceu, chegando a faixa etária considerada mais criminosa. Portanto, a tese do blog não é suficiente para explicar a queda da criminalidade e nem para atacar os argumentos de Levitt e Dubner.

Segundo o texto, a queda da criminalidade teve um ápice relevante em 1992. Porém essa queda não se deu da noite para o dia, sendo que mesmo pouco, a criminalidade já caía antes dessa data. O blog cita que a parceria entre Bill Clinton, Robert Rubin e Alan Greenspan apenas começou em 1993. Isso implica que o resultado na economia não foi instantâneo, e mesmo que fosse, já havia se passado um ano (entre 1992 e 1993) em que a criminalidade já vinha caindo. Portanto, essa parceria pode, sim, ter contribuído pouca mais tarde para a queda da criminalidade, mas não foi um fator predominante.

O problema das estatísticas serem condicionantes deve se ao fato de que sendo estatísticas elas são verdades, porém nem sempre apontam para o mesmo alvo. Levitt e Dubner argumentando que a faixa etária mais criminosa está entre 18 e 24 anos e que a queda da criminalidade ocorreu em 1992, 18 anos após a legalização do aborto, em nenhum momento têm suas teses atacadas diretamente por algum argumento do blog.

Turma Z
Pedro Paulino Filho
William Rosa
Wellington Roberto Tavares

Turma Z - Equipe 10

Melhor economia faz com que haja mais oportunidade de emprego, ocorrendo uma queda nos crimes relacionados às condições de vida (situação financeira).
A grande dificuldade de ingressar no primeiro emprego, vem acarretando num grande aumento de crimes realizados por jovens e adolescentes. Por falta de apoio financeiro e familiar, sem contar a grande facilidade de arrumar dinheiro, muitos deles acabam entrando no mundo do crime.
Crescendo assim suas chances de partir para uma vida criminosa.
Mas devemos lembrar que existem vários outros tipos de crime que não estão diretamente ligados a isso.
Diversos fatores contribuem para uma pessoa torna-se “criminosa”.
Podemos citar o caso da gravidez indesejável, onde geralmente a mãe não proporciona um lar propicio (adequado) à criança, pelo simples fato de não ter a desejado.
Diante dessas circunstâncias, o indivíduo que vive em um ambiente familiar sem amor e sem instrução, tem mais probabilidade de entrar na criminalidade. Impulsionados por fatores psicológicos, essas pessoas cometem crimes violentos como: homicídios, agressões, entre outros.

Turma Z - Equipe 3

ONDE FORA PARAR OS CRIMINOSOS?
Os anos 90 vieram acompanhados de um crescimento econômico muito satisfatório, trazendo uma queda no desemprego e na criminalidade, acredita que a diminuição de crimes seja devido os velhos criminosos abanarem essa vida.
Sabemos que com a idade avançada os idosos tornam se mais lentos, a probabilidade de um idoso de idade média ser preso é de 1 / 50 comparado a um adolescente de idade média.
Dados mostram que os idosos nada fizeram para reduzir a criminalidade, mesmo assim o real crescimento deu entre os mais velhos, contradizendo o que o autor disse sobre esses homens mais velhos.
Na década de 90 foi decisivo também a questão do aborto, devido a sua legalização, foi um fator que contribuiu para a queda de criminalidade nos anos 90, e não foi nesta época que aconteceu o fator principal o acontecimento se dera a 20 anos antes como protagonista uma jovem de Dallas Norma Mc Corvey.
Em relação ao aborto nos anos 90, sendo um procedimento perigoso e caro aos pobres, resultava em mais filhos. Filhos rejeitados e indesejados levam a altos índices a criminalidade.
Melhor economia, mais empregos, menos crimes são dados comprovados estatisticamente, mas não acabam com os crimes, devidos aumento de uso de drogas e bebidas alcoólicas. Os crimes estão relacionados não por falta de empregos, mas sim pela forma de criação do caráter do individuo.
Estudos comprovam que os pais são os maiores culpados, devido à falta de estrutura e estudo. O que faz com que as crianças cresçam revoltadas pelo tipo de vida que leva, encaminhando os para algum crime.
Vimos que estatísticas demonstradas pelo autor sempre são verdadeiras, isso ele menciona em vários pontos da argumentação. O aborto não foi responsável pela diminuição da criminalidade na década de 90, ele relembra do caso de vinte anos antes com a luta pelo aborto, que foi legalizado na época de noventa e houve o aquecimento da economia que contribuiu muito para o crescimento do emprego, logicamente com mais empregos dignos a criminalidade tende a diminuir.
Por isso é seguro afirmar que a resposta mais honesta é dizer que as pesquisas estão sempre corretas, dependendo do ponto de vista. Se verificarmos com o aumento da economia haverá mais empregos e, portanto menos homicídio e mais crimes políticos.








TURMA 1º Z

RENATO FERNANDES BARROS
ROBERTO FERNANDES BARROS
RICARDO CESAR TONIOLO
WILLYAN DE ALMEIDA

Turma Z - Equipe 9

A partir de 1973, nos EUA é liberado o aborto e este fato trouxe consequências para a sociedade. Umas das implicações é a queda na criminalidade nos anos 90, para o espanto e contraposição das previsões imprecisas dos criminologistas da época. Pode-se concluir que o baixo índice da criminalidade era o reflexo evidente da legalização do aborto.
Nesse período de 18 anos, menos pessoas de classe baixa nasceram, mas isso não impediu que os jovens de classe distintas continuassem praticando crimes. Eles infringiam a lei devido aos incentivos que lhes eram propostos, ou seja, as leis não os puniam como deveriam, por isso, foi necessário, mais tarde implantar estratégias policiais inovadoras para conter os mesmos.
O cenário da legalização do aborto mostrou que com menos jovens nascidos, sobraram os mais velhos, consequentemente, a oferta de emprego aumentou para essa faixa etária, dando a impressão que esta tenha sido a principal causa da queda da criminalidade.
Como foi analisada com base em dados rigorosos, a economia não teve um papel de grande importância no declínio da criminalidade, pois a mesma só influencia nos crimes de motivação financeira.
As estatísticas existem para tornar verídico dados abstratos, que muitas vezes podem ser manipulados ou interpretados de forma contraditória. No livro FREAKONOMICS, o autor não tem a intenção de manipular informação, mas mostrar o lado oculto dos fatos que nos afetam.

Grupo:
B - Gabriel
A - Reinaldo
C - Samuel
D - Yan

Turma A - Dir/Adm - Equipe 9

Freakonomics é um livro interessante que aborda temas comuns e faz relações que nos fazem refletir sobre simples acontecimentos, fazendo e respondendo as próprias perguntas que incomodam pessoas que preferem crer no senso comum, ou na sabedoria convencional. O autor da argumentação faz uma tentativa de distorcer dados estatisticamente prováveis a uma verdade consciente.
O autor do argumento generaliza o fato de pessoas pobres cometerem a maior parte da criminalidade, o que não é verdade, pois Levitt e Dubner apontam que pessoas incapazes de criar um filho preferem evitar tê-los no momento, portanto filhos indesejáveis são mais propensos à vida de crime devido à incapacidade dos pais de lhes darem um lar saudável e uma família. Mas não necessariamente são todas as pessoas pobres que são incapazes de promover uma educação aos filhos, eles podem ser a maioria, mas pessoas ricas, por exemplo, podem não ter uma situação emocional conveniente para criar uma criança. O fator que mais afeta a criminalidade é o aborto. As estatísticas provam isso, como será abordado mais adiante.
O autor da contra-argumentação começa apontando a seguinte afirmação: menos filhos de pobres, menos crimes. Em primeiro lugar, a “tese” do livro não é assim generalizada. Em nenhum momento Levitt e Dubner afirmaram que os pobres abortariam, ou então, que apenas filhos de pobres têm propensão ao crime. Há também, uma importante correlação citada em Freakonomics: estudos mostram que os idosos nada fizeram para reduzir a criminalidade nos anos 90, pois a mudança demográfica é muito lenta para explicar o rápido declínio da criminalidade, sem contar que os jovens de 1984 tinham outros valores e compunham outra sociedade diferente dos jovens de 1993.
Um exame minucioso dos dados derruba a teoria do autor do artigo. É verdade que o mercado de trabalho mais pujante torna certo os crimes relativamente menos atraentes, mas isso se aplica apenas àqueles de motivação financeira, como assalto a residência e pessoas e roubo de carros, e não crimes violentos como homicídio, agressão e estupro. As pesquisas revelam que uma queda de 1% no desemprego responde por uma queda de 1% dos crimes não violentos.
Dizer que o crime cometido por homens mais velhos diminuiu por causa do aborto, gerando assim mais empregos é uma forma errônea de argumentar, pois o livro nos deixa claro que é mais difícil haver crimes entre homens mais velhos do que entre jovens, tendo em vista que a euforia dos mesmos é maior que a dos homens mais velhos.
O autor está sendo simplista em afirmar que só a economia está relacionada à criminalidade. O livro deixa bem claro que há outros fatores que influenciam o mundo do crime. O fator psicológico, por exemplo, explica aqueles que matam por “prazer”, sem ter o intuito de obter vantagem econômica.
Outro fator que deixa isso bem claro, é que colocar mais policiais nas ruas, para evitar crimes contra a propriedade foi a solução, pois esses tipos de crime já haviam despencado cerca de 20% antes mesmo de essa ação ter sido colocada em prática.
Para o autor, não há relação entre tal estatística e as demais apresentadas no decorrer do capítulo, mas Levitt defende seu ponto de vista a partir de dados extensos e complexos que são analisados usando princípios econômicos e ferramentais e técnicas estatísticas que comprovam que a legalização do aborto contribuiu com a metade da queda do nível de criminalidade nos Estados Unidos entre 1990 e 2000.
Tal estatística combate com a “sabedoria convencional”, pois muitos preferem não acreditar de fato na verdade, criando a partir de então uma “inverdade” ou então preferem julgar estatísticas, como as de Levitt, não sabendo analisá-las corretamente.
O aborto, portanto, é de fato o principal agente vinculado a redução da criminalidade, conforme os argumentos verídicos com base nas estatísticas. Os bebês abortados são aqueles indesejáveis, com uma forte tendência a vida do crime.

TURMA Z - Equipe 1

VALDEMIR ALVES
SÉRGIO RENATO MODESTO
O aborto e a criminalidade sempre caminharam juntas devido a liberação do aborto a criminalidade da geração seguinte decaiu muito.
Devido ás pessoas que iriam viver em mais condições e provavelmente entrariam na vida do crime para sua própria sobrevivência.
No argumento o jornalista disse que a criminalidade em 1993 aumentou 3,6vezes comparada com a geração 1984.Como ele pode dizer isto se as próprias estatísticas dizem que as gerações de 1993 foi a geração que os futuros criminosos não tinham nascidos?
As estatística são verdadeiras,por exemplo 1993 os números de assassinatos cometidos na faixa de 14 á 17 anos aumentou 3,6 mais crimes do que um assassino em 1984,isto mostra que as estatísticas são baseadaos em fatos verdadeiros,mais porém e preciso levar em consideração outros fatores que influenciam na criminalidade por exemplo a diminuição de assassino não está relacionada com a diminuição de assassinato,porque existem outros fatores a considerar como o tipo da sociedade e seus valores,e das oportunidades oferecidas no momento para cada cidadão.

Turma Z - Equipe 7

VALDEMIR ALVES
SÉRGIO RENATO MODESTO
O aborto e a criminalidade sempre caminharam juntas devido a liberação do aborto a criminalidade da geração seguinte decaiu muito.
Devido ás pessoas que iriam viver em mais condições e provavelmente entrariam na vida do crime para sua própria sobrevivência.
No argumento o jornalista disse que a criminalidade em 1993 aumentou 3,6vezes comparada com a geração 1984.Como ele pode dizer isto se as próprias estatísticas dizem que as gerações de 1993 foi a geração que os futuros criminosos não tinham nascidos?
As estatística são verdadeiras,por exemplo 1993 os números de assassinatos cometidos na faixa de 14 á 17 anos aumentou 3,6 mais crimes do que um assassino em 1984,isto mostra que as estatísticas são baseadaos em fatos verdadeiros,mais porém e preciso levar em consideração outros fatores que influenciam na criminalidade por exemplo a diminuição de assassino não está relacionada com a diminuição de assassinato,porque existem outros fatores a considerar como o tipo da sociedade e seus valores,e das oportunidades oferecidas no momento para cada cidadão.

Turma X - Grupo 1

No ano de 1973, foi promulgada a legalização do aborto nos EUA, em que, filhos que seriam “indesejáveis” por vários fatores, poderiam ser abortados legalmente.Esse fato, por sua vez, teve e ainda tem uma repercussão muito grande em termos globais, pois é algo que envolve a vida humana, e a decisão de conceber ou não uma vida.Iremos ver agora problemas ou não, relacionados à legalização do aborto.
O problema dos jovens cometerem mais crimes, não está relacionado fato do aborto.Hoje em dia com o apelo da sociedade consumista, os jovens acabam passando dos limites e entrando muitas vezes na criminalidade, muito mais cedo do que um jovem da década de 80.
As mulheres que procuram pelo aborto são na maioria pobres, sem uma estrutura familiar para educar uma criança.Se essa criança nascesse teria mais chances de se tornar um jovem criminoso, pois teria menos oportunidade do que um jovem rico em bem educado.Então, os jovens que não nasceram, por causa do aborto, teriam aumentado a taxa de crimes.
Se pegarmos dois grupos de homens mais velhos, os que nasceram antes da lei, e que em 1990 já eram adultos, e os que nasceram após a lei e que em 1990 eram jovens de 18 a 24 anos, percebemos que os grupo de homens adultos de 1990 tinham mais probabilidade ao crime, pois mesmo após a lei quando eles eram jovens, a concorrência no mercado de trabalho era grande, e uma vez já estando na vida do crime, mais difícil seria para eles abandonarem-na.
Os jovens de 18 a 24 anos, nascidos após a lei, tiveram uma educação e oportunidades melhores, além de uma vantagem ao completarem a maior idade em 1990, ou seja, tinha menor tendência ao crime.Então, ao comparar esses dois grupos, fica falso dizer que a criminalidade diminuiu primeiro entre os adultos de 1990.
A partir de 1973, com a lei em vigor nos EUA, a quantidade de jovens entre 18 e 24 anos foi a menor do nos últimos anos, assim, mais jovens foram empregados e menos jovens foram para o lado do crime.Também podemos afirmar, com base no livro Freakonomics, que a economia não tem nenhuma relação com a taxa de criminalidade, ou seja, não se pode comparar o aumento da economia com a diminuição da criminalidade.Podemos citar como exemplo, na década de 60 quando aa economia teve um crescimento grande e a mesma coisa aconteceu com a criminalidade.Para que a criminalidade possa diminuir com a melhora da economia, deve-se aa “crescente confiança nas prisões”, ou seja, melhorar o policiamento para que os policiais cumpram a lei, para isso eles precisam de mais incentivos ($) para combater o crime.
No que diz respeito às estatísticas pode-se dizer que elas nunca mentem, pois normalmente existem dados que comprovam os fatos.
Nos EUA, o aborto, segundo a legislação, dói aceito; as estatísticas mostram e comprovam, abordando dados indicativos de que com essa lei aprovada houve aa redução da criminalidade, porém isto pode ser verdadeiro ou não.No entanto, vale ressaltar que a criminalidade pode diminuir por se aumentar estratégias militares inovadoras, ou seja, o aumento da segurança ou não.Talvez, das duas maneiras citadas poderá contribuir para que os números de criminalidade diminuam.
Na realidade esta questão relacionada às estatísticas é realmente inconclusiva.
Podemos concluir que indiretamente, o aborto influência na criminalidade, pois faz o papel de controle de natalidade.Como há uma diminuição da população, aumenta a qualidade de vida desta, com mais oportunidades de trabalho, educação, etc; mas será que matando nossos filhos indesejáveis é a melhor solução para resolver todos os nossos problemas?Ainda somos seres humanos?Ou apenas seres? .O problema não esta fora de nós, ele está realmente por dentro, por dentro do nosso egoísmo capitalista e moral.

Turma X - Equipe 6

Bruno Migliato - RA: 2700207
Gerson dos Santos - RA: 2700204
Lucas Simões - RA: 2700190
Daniel Picon - RA: 2700215
Aparecido de Jesus Bernardo - RA: 7700073

Atividade de Língua Portuguesa – Contra-argumentação
Prof. Thiago Carbonel

No texto analisado, o autor argumenta opostamente ao livro Freakonomics, de Levitt e Dubner, em relação ao aborto, ligado à diminuição da criminalidade. No texto a seguir, demonstraremos de forma sucinta, os pontos fracos dessa argumentação.

A) Os índices de criminalidade não poderiam indicar a queda dos mais jovens primeiro, pela questão de terem sido a ultima geração do crime. Muitos criminosos do período anterior a 1973 morreram ou até mesmo pararam com vida do crime, pois estavam velhos. Pode-se dizer, então, que nesse período havia mais criminosos, pois a lei do aborto não vigorava em todos os estados. Havia mais ladrões nesse período e ao longo dos anos, foram gradativamente morrendo, saindo da vida do crime por bem ou por mal, assim contribuindo para a diminuição dos índices de criminalidade. Os índices de assassinatos cometidos em 1993 não podem ser maiores que os de 1984, pois acompanhando a linha de raciocínio, naquele ano havia muito menos criminosos em virtude da lei do aborto, que já era válida e havia a diminuição dos criminosos mortos ou “aposentados” da geração mais antiga.

B) Mesmo os EUA tendo menos pobres, o índice de criminalidade não diminuiria, pois muitas vezes o crime é cometido por homens de classes sociais média e alta, o que podemos chamar de ganância. Ou como na maioria das vezes, são cometidos por pessoas que possuem dependência química.
C) Ainda que a aliança entre Bill Clinton, Robert Rubin e Alan Greenspan tenha gerado uma suposta melhora econômica nos Estados Unidos, tal fato não poderia causar uma queda significativa na criminalidade do país. Estudos realizados pela OAB indicam que o principal fator que leva as pessoas ao crime, não são nem a pobreza e nem o desemprego, e sim a sustentação de vícios. A problemática da dependência química não está presente apenas nos lares de classe baixa, mas também (até em sua maioria) das classes média e alta. Mesmo tendo condições financeiras para sustentar o próprio vício, muitos jovens dessas classes sociais recorrem ao crime a fim de não utilizarem o próprio dinheiro para a compra dos entorpecentes e, desta forma, passar despercebido pelos familiares mais próximos. Há muitos casos ainda em que o jovem é incentivado a praticar o crime, como uma espécie de ritual para fazer parte do grupo. Visto por esse ângulo, se a maioria dos crimes é ocasionada por tal fator, a melhora financeira não poderia influenciar significativamente no índice de criminalidade, mas a redução de número de jovens, por sua vez sim, já que é a idade onde ocorre a maior incidência de dependência química.
D) A partir de pesquisas e dados, é possível traçar uma linha de raciocínio sobre a relação entre interrupção da gravidez e a diminuição da criminalidade. Com a liberação do aborto nos Estados Unidos da América, milhares de jovens sem estrutura emocional e social, e com problemas relacionados ao álcool e drogas passam a ter no aborto legal uma alternativa lícita de corrigirem o acidente de uma gravidez indesejada.
Analisando dados estatísticos, verificamos que após a liberação do aborto, cerca de 750 mil mulheres o fizeram no EUA. Na década de 80 esse número subiu para 1,6 milhões e estacionou. Vale salientar o perfil das mulheres que buscavam interromper uma gravidez não planejada: solteira, com menos de 20 anos e de situação financeira desfavorável. Estudos apontaram que a criança impedida de nascer nos primeiros anos da legalização do aborto, estaria 50% mais propensa que a média a crescer na pobreza. Teria 60% mais de chances de ser criada por um dos genitores, fator este que está entre os determinantes no ingresso na criminalidade.
Acreditamos que dados estatísticos são uma forma de prever determinados acontecimentos futuros. Se essas crianças abortadas nascessem, obviamente, nem todos trilhariam o caminho da criminalidade, mas a propensão a uma vida ilícita seria maior.
Concluímos que os argumentos utilizados no texto analisado nada têm a ver com a diminuição da criminalidade. Segundo os autores de Freakonomics, ela caiu devido à legalização do aborto nos EUA, enquanto na Romênia, aconteceu o inverso: proibiu-se o aborto, e conseqüentemente, elevou-se o índice de criminalidade. Portanto, esses argumentos não condizem com a realidade, e assim, o livro Freaknomics leva a razão nesse capítulo discutido.

Turma X - Equipe 12

Freakomomics nos traz diversos temas que nos faz refletir e expressar diferentes opiniões.
Steve Sailer nos apresenta números pesquisados no aumento da criminalidade de jovens de 14 até 17 anos de idade no ano de 1993 comparado a 1984, sendo que no livro as estatísticas foram de 1973 e as faixas etárias dos jovens mais dispostos ao crime eram de 18 até 24. Proporcionalmente na mesma idade 18 anos, entre 1973(legalização do aborto nos EUA) e 1993, levando em consideração a taxa de crescimento populacional, diminuiu o índice de criminosos conforme o próprio jornalista menciona no texto “São os mais velhos que largaram a vida de crimes a partir dos anos 1990”.
Nos anos 90 devido à situação economia dos pais, que abriu portas para a contratação de mão de obra qualificada e com experiência (homens mais velhos), colaborando com a baixa nos índices de criminalidade, dando uma vida mais justa e digna a população, fazendo que ela não seja instigada a roubar.
Também em meados de 1993, uma lei foi criada e proibia os bancos comerciais de terem atividades definidas como sendo atividades próprias e atribuídas à banca de investimento, visando evitar falências, fortalecendo assim ainda mais a economia dos EUA, trazendo estabilidade financeira para muitos homens e acesso a educação básica de qualidade.
No entanto, o aumento do mercado de trabalho pode não ajudar muito, pois quando há excesso de mão-de-obra os salários são baixos, e não conseguindo comprar bens de consumo, pessoas voltam ao mundo do crime para conseguir o que querem mais rápido e com menos esforço.
O fator econômico não é o único responsável pela criminalidade, pois se um jovem é pobre, porém tem um bom lar e educação, ele não entrará na criminalidade.
Podemos concluir que o trabalho estatístico realizado no livro Freakonomics é um tanto questionado pelos críticos por princípios éticos, pois, diversos fatores contribuíram para um baixo índice de criminalidade em regiões dos EUA. Mas a teoria lançado pelo escritor trouxe uma questão real, que se não tivesse a legalização do aborto, a taxa de natalidade teria sido maior e proporcionalmente a quantidade de pessoas com 18 anos, elevando a quantidade de criminosos, e se comparado com outros locais que não tiveram a legalidade do aborto, o índice de criminalidade aumentou, como exemplo o que aconteceu na Romênia de Ceacescu que proibiu o aborto e os índices de criminalidade aumentaram pela falta de expectativa de trabalho.


Realizado pelo grupo 12 da turma X
Roberval
Rubensval
Priscila
Alison

Aborto e a criminalidade - TURMA Z - Equipe 10

Aborto seria a melhor opção pra reduzir a criminalidade? Pesquisas mostram que o aborto e de fato algo que reduz o numero de criminalidade nos EUA, mas vejamos que há muitas possibilidades de uma criança ser levada para o mundo do crime, não e simplesmente uma vida pobre que faz com que ela siga esse caminho, qual problema seria realmente que leva as pessoas a serem criminosas.

O fato de as pesquisas apresentarem um numero maior de crimes cometidos por jovens, não significa que a legalização do aborto não tenha contribuído para a diminuição deles, muito pelo contrario pois esse fato contribuiu sim para que isso acontecesse, houve diminuição do numero de jovens nas ruas, as condições de vida oferecida pelas famílias foi melhor ( visando que o numero de filhos era menor ), devem ser considerados vários fatos que implicam nesses números e que ocorreram após a legalização, como o aumento do consumo de drogas por jovens, maconha, cocaína, bebidas alcoólica, o aumento da pobreza, crescimento de favelas. Sendo assim o numero de assassinatos cometidos por jovens seria o maior com ou sem a legalização do aborto.

E possível argumentar que com ênfase na argumentação apresentada no enunciado, visto que a faixa etária dos maiores presos residentes em presídios americanos apresenta uma faixa de idade de 23 anos acima.
Pode ser concluído que de fato a criminalidade entre jovens de 18 e 24 anos é muito maior do que entre pessoas que tenham alcançado uma idade mais avançada.
Logo, se a criminalidade entre os mais velhos diminuísse significativamente não afetaria tanto o índice geral em relação a criminalidade mais jovem.
Portanto, conclui-se que com base nos relatos afetou sim a queda da criminalidade entre os mais jovens já que tais não puderam ter a chance de nascer.
Com base nessa estória tende a crer que todos os filhos abortados seriam criminosos, ou pelo menos a maior parte destes, o que é um determinismo idiota em que filho de pobre seria criminoso automático.
Esta estória em que a liberação do aborto causaria uma redução na criminalidade é um seria uma invencionice dos democratas para não adminitir a vitoria republicanas implantadas na década de 90 em muitas cidades americanas.

A melhora da economia na época não foi o principal fator para queda dos crimes.
Existem outros fatores que aconteceram para a queda da criminalidade no pais.
O principal fato foi o aumento do numero de policiais nas ruas, junto com as inovadoras estratégias policiais.
Além disso os Estados Unidos quadruplicou o numero de execuções de condenados, entre os anos 80 e 90. Também foi feita alterações nas leis, fizeram com que os criminosos “pegariam” mais tempo de cadeia.
Um fato importante é que com as prisões foram melhoradas, presos passavam mais tempo presto, diferente de antes que não suportava uma quantidade alta e o tempo de permanência na cadeia era menor.

É fato que há relação entre a legalização do aborto e a diminuição da criminalidade. Mesmo que haja um aumento dela entres os mais jovens e a diminuição entre pessoas mais velhas, fato que seria contrario a idéia inicial da legalização.
A diminuição desses jovens na sociedade implica em outros fatores que contribuem para essa diminuição. Então pode-se dizer que se o resultado final for o esperado, mesmo que por caminhos alternativos aos propostos inicialmente, podemos concluir que a relação realmente existe.

Como podemos ver o aborto e mais do que um crime, quem pratica está matando uma criança indefesa que infelizmente não pode ver a luz do dia e nem sentir a brisa da noite, um bebe não nasce criminoso, isso depende de vários aspectos, o mais focado é a educação e a maneira de como a criança é criada dentro de casa. Há muitas coisas culpadas de influenciar uma pessoa a ser criminosa, a mais preocupante e as más companhias e por essas o jovem conhece o mundo do pecado.
Não se deve legalizar o aborto pois esse sim é um crime maior, um crime em silencio.

Turma X - Equipe 5

Como toda nova visão dada a um determinado assunto é compreensível que esta apresentada no livro Freakonomics gere num primeiro momento certa reserva por parte da crítica.

Porém é inegável o fato de que a criminalidade tem em sua estrutura básica a pobreza.

Desta forma, o argumento defendido pelos autores Levitt e Dubner: menos filhos de pobres, menos crimes tem boa consistência apresentada em seus argumentos, visto que após a legalização do aborto nos EUA em 1973 houve, sim, uma redução significativa na criminalidade das décadas à frente.

A alegação feita pelo jornalista Steve Sailer sobre o número de assassinatos cometidos em 1993, pelos jovens entre 14 e 17 anos, que é 3,6 vezes maior que os da mesma faixa etária existente no ano de 1984 não passa de uma informação infundada e facilmente manipulável.

Na realidade não se trata de diminuição da criminalidade, mas do fato destes criminosos estarem fora de “circulação” por encontrarem-se em cumprimento de pena por seus delitos. Podemos concordar com Steve Sailer, que houve um aumento na criminalidade no ano de 1993, não pelos motivos idealizados pelo jornalista, mas por esses criminosos supostamente aposentados estarem de volta às ruas, gerando assim altas taxas de criminalidade.

Não se pode concordar com o argumento apresentado no qual se entende que com menos jovem no mercado de trabalho a criminalidade baixou.

Com o aborto legalizado dos bebês não desejados que deixaram de nascer, isso não quer dizer que todos os desejados que chegaram à maturidade, tenham chances no mercado de trabalho ou se destaquem, não cometendo nenhum ato criminoso.

O que acontece é que no tramite da suas vidas vários fatores podem levá-los a criminalidade ou ao sucesso profissional e pessoal.

A falta de educação no âmbito familiar e estudantil, o acesso a cultura, as más amizades e as drogas, podem fazer com que o caráter desta pessoa não seja aceitável pela sociedade causando uma revolta sobre ela.

Desta forma não é possível provar que o aborto assim permitido tenha resolvido o problema da criminalidade, visto que essa parte da opção de cada ser humano.

A bonança em 1993 parecia estar indo bem, mas perturbações começaram acontecer. O desenvolvimento que fez os norte - americanos reassumirem o topo do capitalismo mundial foi também responsável por um índice de concentração de renda nunca antes observado em toda história dos Estados Unidos. Além disso, quanto à crise econômica que atingiu a economia internacional na mesma época, o EUA acumulava um déficit comercial de aproximadamente 170 bilhões de dólares. No mesmo período, Bill Clinton seria alvo de um processo de i´peachment, decorrente de um escândalo sexual.

Alan Greenspan estimulou a bolha tecnológica, quando esta colapsou, dando origem à recessão, Greenspan, tratando de previnir uma recessão douradora, rebaixou as taxas de juros.

O uso das estatísticas para tratar de um assunto como o aborto e a criminalidade é tendencioso, pois através delas tomamos conclusões que nos ajudam a enxergar o resultado que queremos se realmente está funcionando ou não, contudo a favor dos princípios mais convenientes.

As estatísticas não são condicionantes,pois um bebê não é criminoso por natureza,mas tende a ser com a falta de informação e de uma boa estrutura.O aborto não é o problema da criminalidade.

A legalização do aborto promove apenas uma melhor estruturação das famílias e evita a evasão dos adolescentes na escola.

Por isso, podemos concluir que a criminalidade depende de vários fatores presentes na vida das pessoas.

Não se podendo afirmar assim, que a interpretação dos dados apresentados no livro seja um conceito apenas intuitivo.

Freakonomics e o aborto do crime - ADM/DIR - Equipe 6

Segundo os autores do livro Freakonomics a queda da criminalidade á partir dos anos 90, foi conseqüência de vários fatores, um dos mais relevantes foi a legalização do aborto, mas a relação entre os índices de criminalidade é muito mais complexa, pois envolve também fatores sociais e econômicos.
A grande queda não ocorreu entre os jovens, mas sim entre os mais velhos, isto não quer dizer que um criminoso quando atinge sua fase idosa “amolece” e deixa totalmente de lado a vida do crime; contudo, a possibilidade de um idoso ser preso é 50 vezes menor do que um adolescente.
Pesquisas confiáveis revelam que na década de 90 houve um crescimento considerável na economia, o que resultou em oportunidades para muitas pessoas, não se deve ressaltar que foi essa a razão para que os mais velhos se sentissem menos tentados ao crime, pois para alguém chegar á cometer tal ato, levamos em conta fatores psicológicos que muitas vezes não tem ligação alguma com a economia, é fato que a diminuição de crimes relacionados a furto tem a ver com a mesma, mas os crimes violentos não, portanto mais empregos não explicam esta brusca queda.
Mas o fato mais intrigante é aborto X criminalidade, as pesquisas mostram que uma criança nascida de uma gravidez indesejada teria 50% mais chances de viver na pobreza e teria uma probabilidade 60% maior de ser criada por apenas um de seus genitores. Em um lar onde se encontra mãe-solteira ou pai-solteiro há uma chance muito maior de o filho ser um futuro criminoso já que esta família não é estruturada, nem planejada, mas sim uma conseqüência de um ato impensado.
Crianças nascidas nestas condições não têm apoio necessário para um bom desenvolvimento social, emocional, e assim, mais tarde acabará se tornando um problema para a sociedade, visto que, muitas delas acabam recorrendo ao crime como maneira de ascender socialmente ou sobreviver.
Os dados mostram que os crimes violentos no primeiro estado a legalizar o aborto caíram 13% a mais do que nos demais estados e os índices de homicídio caíram 23%.
Em vista destes fatores, vemos que a relação aborto X criminalidade é comprovada.



Ana Maria Dellelo (adm)
Bruna de Alcântara Souza Silvestre (adm)
Fernando Proieti (direito)
Tatiane Ferreira Dias (adm)